quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Meu blog e eu

Olá leitores, tudo bem?
A Simone do blog Flores na cabeça me indicou para uma Tag delicinha de responder, Simone beijão :)
Blog da Simone - http://flores-na-cabeca.blogspot.com.br/2015/02/tag-meu-blog-e-eu.html


Regras
1 - Responder oito perguntas da Tag
2 - Indicar oito blogs para responder a Tag
3 - Linkar de volta quem me indicou


Perguntas
1- Por que você criou o blog?
Eu lia alguns blogs e achava interessante, eu queria um lugar para colocar meus textos, coisas que eu gosto e um blog me pareceu uma boa ideia.

2 - Como você escolheu o nome do seu blog?
Por acaso, um dia vi um blog muito bonitinho de uma menina de 12 anos e Senhorita estava no título eu gostei, agridoce é a medida de sabor dessa vida, uma mistura de doce e amargo.

3 - Quando o seu blog foi criado?
Se não me engano foi em agosto de 2013

4 - Qual o principal assunto que seu blog aborda?
Meu blog é pessoal e coloco assuntos que me interessa, meu foco maior é literatura e poesia, mas trago algumas coisas do meu cotidiano

5 - Quem fez o Layout?
O primeiro foi feito com a ajuda de um amigo, mas os outros fiz sozinha, apenas o básico pois ainda não me empenhei em aprender os recursos do HTML

6 - Fale um pouco do Layout, o que ele representa?
Gosto de contos de fadas, vintage, coisas delicadas e o meu tem um pouco desses itens.
Acho que representa uma parte importante do meu gosto pessoal, gosto de brincar com o lúdico.

7 - Pensa em fazer do blog um trabalho?
Não

8 - O que você diria para as blogueiras que começaram agora?
Escrever o que gosta, ser original.



Blogs indicados para responder a Tag


Então é isso 
Tchau o/ 










sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Fluxo de pensamentos

Lá fora ta chovendo, sim, muitas gotas caindo incessantemente.
As vezes uma torrente, outras apenas aquela garoa fina que cobre as ruas de uma nódoa escorregadia, terra virando barro.
Ta chovendo? Acho que não, sinto o ar faltando nos pulmões, o coração bate assim fraquinho, fraquinho, como se uma marcha fúnebre desfilasse por aí escancarando a morte de alguém, ou seria alguma coisa.
A chuva ta fininha, caindo em gotículas dos meus olhos, mas e lá fora?
Chove também, quase como aqui dentro, mas lá fora a chuva lava,
Aqui a chuva fere, a dor de uma solidão que é só minha.
De saber ser sozinha desde tempos idos e vividos, de quando era apenas um botão em flor, que balançava tristonha em um jardim qualquer, vendo flores arrancadas, flores plantadas
Mas a consciência era muito leve, de uma leveza estranha,
Que causava estranheza em quem tentasse se aproximar
Que olhos grandes você tem?
São para te ver melhor
Que lábios silenciosos você tem?
São para te avaliar melhor
E esse sorriso que nunca tem?
São para escarnecer melhor
E assim silenciosamente, segue sua vida
Em passos lentos de tartaruga, observando a marcha fúnebre que são os outros
Dentro do universo egoísta
De vaidades sem sentido algum,
Ostentar,
Palavra de ordem da nova geração
Mas o quê? Eu me pergunto
Corpo em decadência ou cérebro em senescência?
Não me importo muito, sou egoísta também
Só penso na garoa lá fora
E na tempestade nos meus olhos
Um tanto cansados, um tanto desiludidos, um tanto qualquer
E o curso d'água corre sem rumo, sem destino, apenas segue
Água dos olhos ou da chuva?
Não sei, me diga você

    

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Guia de sobrevivência no carnaval

Olá leitores do bloguinho, como vão?
O rotaroots trouxe como um dos temas de fevereiro o guia de sobrevivência no carnaval, tanto para quem ama como para quem odeia.
Eu na adolescência gostava do carnaval por alguns motivos entre eles o feriado, mas não curtia assistir os desfiles das escolas de samba, aliás a batida da música me irrita, marchinha eu gosto, e tem uma certa bossa. Não quero entrar no mérito de amo ou odeio, isso vai do gosto pessoal de cada indivíduo, mas vou dar algumas dicas do que costumo fazer em feriados, de carnaval ou não.
Vamos as dicas?


  • Ler: Sim, sei que estou chovendo no molhado mas é tão óbvio pois é algo acessível, barato, tem vários gêneros e abrirá seus horizontes. Para um feriado longo que tal colocar sua meta em dia? Se não tem uma meta de leitura, experimente sair da zona de conforto literária, ou pegue aquele livro que você ama e faça uma releitura :)
  • Explorar sua cidade: Aqui na minha cidade tem alguns parques ambientais, tem os bairros antigos (favor não se meter em lugares desconhecidos) visitar o cemitério, eu gosto muito de ir em cemitérios, me traz paz, ver os túmulos, imaginar a história das pessoas, admirar as esculturas, que tal levar um arranjo bem bonito feito por você e colocar no túmulo que te chamar a atenção? ou ir a alguma igreja católica para admirar a arquitetura. 
  • Cozinhar: Ora pois pois, tem coisa melhor que cozinhar por diversão? Que tal visitar algum canal culinário e fazer aquela receita, convide os filhos, marido, namorado, amigos o cachorro, periquito e brinque, se divirta sem medo de sujar fogão, panelas afinal terá tempo de sobra para limpar a bagunça...
  • Rever os amigos: Sempre tem aquele amigo (a) que tá sem dinheiro, ou apenas gosta de ficar em casa no feriado, que tal uma visita para rir e relembrar os velhos tempos.
  • Dormir: Muito, sem medo de ser feliz, se estiver frio se empacote e aproveite o soninho, tá calor? Ventilador, ou tente colocar o colchão em um lugar ventilado, aqui em casa ficar na área/quintal é uma delícia.
  • Acampadentro: Quero fazer com as filhotas, montar um acampamento em casa, contar história só com as lanternas ligadas, comer gordices, dormir na sala, cantar, fazer guerra de travesseiro.
  • Colo da mamãe: Nada como a casa da mãe, tomar o cafézinho, a comidinha caseira, conversar, assistir tv (nada de explorar a mãe, arrume sua bagunça, lave a louça, essas coisas...) 
  • Maratona de séries: Estou escolhendo qual série irei iniciar, ou colocar as séries em dia, o importante é se divertir.
  • Dar um trato na beleza: Hidratar os cabelos, fazer as unhas, descolorir, fazer limpeza de pele, mudar a cor do cabelo...
  • Conhecer pousadas ou chácaras nas cidades vizinhas. Ou ir para casa de algum parente que viva em chácara, fazenda, roça... O importante e correr da folia  
  • Passeios: Pode ser no seu bairro por ex, leve as crianças se tiver filhos, ou o namorado, a mãe, ou leve a si mesmo para andar por ai sem hora para voltar, leve um trocado para o caso de ter alguma sorveteria aberta e tome um baita sorvete ^^
  • Andar de bicicleta ou patins, gosto dos dois mas tenho bicicleta então vou de magrela mesmo.
  • Retiro espiritual: Independente da sua religião ou falta de, acho bacana, já fui em muitos e voltei renovada e com o coração levinho, sem contar que é um passeio barato e sem bebedeira, baixaria e coisas do tipo.
  • Artesanato: Se não tem habilidades que tal aprender alguma coisa, penso que aquilo que é feito por nossas mãos ficam com uma energia boa, que tal fazer um apanhador de sonhos, enquanto faz o seu tenha bons pensamentos, faça seus pedidos, suas preces serão ouvidas e vc ainda ganha um lindo enfeite e um post charmoso para o seu bloguinho.
  • Fazer o bem: Existem casas de recuperação, orfanatos, asilos, hospitais, que tal agendar algo com os parentes, grupos de igrejas ou amigos e ir em um desses lugares. Levar sua amizade, respeito, ombro e principalmente seus ouvidos, pois existem pessoas que só querem desabafar, e você ainda ganha pontinhos no céu e boas histórias para contar.
É isso leitores, todos essas dicas já foram testadas e aprovadas por essa que de cá escreve.




O Rotaroots tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor. Via Rotaroots




  

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Mansfield Park - comentando o livro


Fanny Price foi morar de favor na casa dos tios aos 12 anos de idade, os tios eram pessoas com boa posição social e de caráter irrepreensível ao menos no que diz respeito ao que se espera de uma família de bem, na Inglaterra do século 18.
A menina loura e com olhos verdes não possuía muitos atrativos físicos e nem um espírito que chamasse atenção, mas era de personalidade doce e submissa, fazendo com que os parentes se sentissem benevolentes e cumpridores dos deveres cristãos ao decidir recebe-la em sua propriedade.
Lá ela passa a conviver com seus quatro primos, dois meninos e duas meninas, Edmund o mais moço dos rapazes logo se torna o protetor e mentor de Fanny, despertando primeiro gratidão mas em seguida o amor da mesma. Mas Edmund não percebe os sentimentos de Fanny, pedindo inclusive alguns conselhos em relação a uma moça que desperta o seu interesse.
Fanny no decorrer da leitura se revela uma personagem de opinião forte, mesmo que ocultando o que realmente pensa dos que estão ao seu redor, com uma capacidade de julgar o caráter das pessoas de forma coerente e as vezes com alguns pensamentos maldosos, no livro também se comenta de forma mesmo que velada a situação de escravidão, algo não recorrente na literatura escrita por Austen.
Temos uma história bem construída, com pessoas com várias facetas de caráter, sentimentos como inveja e orgulho também aparecem, e temos o tão desejado final feliz para a maioria dos personagens.

Spoiler
Fanny price é considerada pela maioria dos leitores como a personagem menos atraente das heroínas criadas por Austen, particularmente eu gostei muito de Fanny, pois ela apresenta um comportamento condizente com a sua realidade, pois mora de favor na casa dos tios, seus primos recebem um tratamento diferenciado, mostrando o lugar de Fanny como se fosse designado para ela o papel de dama de companhia, automaticamente, logo a moça não tinha muito o que fazer.
No começo do livro chegamos a sentir raiva da passividade de Fanny diante do tratamento de uma das tias, que abusa da boa vontade da moça sem ter o mínimo de compaixão, mas os acontecimentos posteriores com os membros da família trazem a tona a importância da serenidade e bom senso de Fanny, sua calma faz com que quase todos a procure, e desperta muita ternura principalmente nos tios, mais ao final do livro.
Fanny também tem sua revelação e sua dose de gratidão, quando é mandada para passar dois meses na casa dos pais, lá ela percebe o quanto foi afortunada por ter sido educada e criada por seus tios, seu pai é um beberrão e homem de modos grossos, sua mãe é muito displicente e de certa forma preguiçosa com a casa e com a criada, deixando muito a desejar inclusive na educação dos filhos, apenas Fanny, William seu irmão mais velho e Susan uma das irmãs mais jovens de Fanny pareciam ter algum bom senso e princípios na família.
Susan inclusive acaba sendo levada por Fanny para Mansfield Park para receber a mesma ajuda e educação que Fanny recebeu no passado, e cai nas graças dos tios.
Sobre Edmund não tenho muito o que comentar, apesar de ser bondoso não me convenceu como herói no livro, a forma com que se deixou levar por uma pretendente, sua conformidade com algumas coisas me incomodou um pouco, dos heróis criados por Austen esse foi o que menos me agradou até agora.
O livro me surpreendeu e me conquistou, é uma leitura leve e muito agradável.



 
O filme
No progresso da minha leitura quis assistir ao filme Mansfield Park, que é baseado no livro, na minha opinião achei muito resumido, fazendo com que a história se tornasse confusa e bobinha, principalmente para quem não leu a obra,  recomendo que leia primeiro o livro para depois assistir o filme, que tem uma bonita fotografia, e a atriz que interpreta Fanny (Billie Piper) trouxe muita doçura e ao mesmo tempo força para a personagem 

Trailer do filme


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Do lado de cá

"As pessoas veem estrelas de maneiras diferentes. Para aqueles que viajam, estrelas são guias.
Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para os sábios elas são problemas. Para o empresário, eram ouro.
Mas todas essas se calam. Tu, porém, terás estrelas como ninguém nunca as teve...
-Que queres dizer?
- Quando olhares para o céu à noite, eu estarei habitando uma delas, e de lá estarei rindo; então será, para ti, como se todas as estrelas rissem! Então dessa forma, tu, somente tu, terás estrelas que sabem rir!"
O Pequeno Príncipe



Finalizei a leitura do livro Mansfield Park de Jane Austen
Iniciei a leitura de O médico e o monstro de Robert Louis Stevenson
Testei uma nova receita, bolo de limão e ficou delicioso
Pela primeira vez fiz feijão tropeiro e deu tudo certo
As filhotas estão estudando no mesmo turno, logo tenho mais tempo para respirar
Comprei um condicionador diferente do que estou acostumada, meu cabelo virou palha...
Conheci alguns blogs interessantes...
...E uma fanfic da Jane Austen  http://www.janeaustenfanfics.com.br/
Encontrei as coisas bacanas que a Patrícia Pirota escreve 
Assisti O apanhador de sonhos, filme antigo mas muito bom
E também Mansfield Park e Persuasão, ambos inspirados nas obras de Jane Austen
Escrevi um conto http://jardimvazio.blogspot.com.br/2015/01/borboletas.html  nada muito rebuscado...
Faltei na primeira reunião escolar, por motivos de força maior. Segunda vejo o que perdi.
Consegui resolver um problema que estava tirando meu sossego (ordem financeira)
Fiz minha inscrição para um concurso no meu estado
Estou estudando muito, comprei um caderno para me organizar (nerd o/)
Fiz todas as coisas rotineiras de dona de casa que sou, menos passar roupa (detesto)
Ouvi muita música Indie
Me fechei em concha para pensar, resultou no texto anterior a esse
Quase discuti, eu disse quase 
Ainda estou enrolada com a leitura do livro As meninas ( odeio o período da ditadura retratado no livro)
Consegui fechar o mês com saldo positivo nas finanças   

Janeiro de 2015


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Introspecção

A vida é feita de momentos, alguns bons, outros nem tanto.
Eu tenho pensado muito nos vários momentos vividos até aqui, poderia dividi-los basicamente em quatro:
Minha infância
Minha adolescência
Início da vida adulta
E o agora
Em cada uma dessas divisões existiram uma Carol, com uma história, aparência, planos, pessoas, medos...
Foram três atuações nesse teatro chamado vida e pronta para o quarto ato da peça.
Quando olho para trás vejo um fragmento que ficou, alguém que um dia existiu, que ajudou a construir o ser humano que hoje sou.

Sinto uma bifurcação surgindo na minha estrada, mas não sei ainda qual direção tomar.
Quando olho para mim vejo o quanto mudei, cresci e as coisas que costumavam ser importantes, hoje chegaram a um nível inferior, meus ideais estão um pouco mais egoístas, ainda sonho com um mundo melhor, mas luto para o "meu mundo" ser melhor.
A Carol de alguns anos topava qualquer aventura, era a amiga que engolia sapos, se colocava em segundo e as vezes terceiro lugar em um relacionamento a dois, se calava diante de alguns comentários maldosos.
A Carol de hoje não quer aventura, mas sim a tranquilidade de um passeio planejado com o mínimo de conforto.
É, e sempre será uma boa amiga, mas se ama e se respeita e exige o mesmo dos que estão ao seu redor.
A Carol que vive em mim, não se conforma com qualquer um para chamar de "meu amor" pela carência ou medo da solidão, pois aprendeu a ser feliz consigo mesma, que solidão é aquilo que vem de dentro e não do exterior, que o amor é construído com a rotina e com o lado feio e imperfeito da vida.
Aprendeu a se preservar, impedido assim que comentários maldosos magoassem seu coração.
E que escrever na terceira pessoa pode ser divertido.

E o agora, momento em que me descubro mais feliz e um "cadinho" mais sábia e com um coração pulando alegre em meu peito. Com tanta coisa por fazer e mesmo assim ainda querendo dividir um pouco do que sou com o sexo oposto, com uma vontade de fazer as malas e fechar a casa... E com esse vendaval de pensamentos bagunçando alguns conceitos, mas trazendo muitas descobertas. Esse agora é o que importa.
Ando querendo o outono, preciso dele, época em que as folhas caem e a vida se esvai.
Preciso respirar o vento fresco, ver o anoitecer chegar mais depressa, perceber a mudança sútil que ocorre na natureza, sentir que existe vida em meio a tantas folhas mortas e galhos secos.
Acho que é isso, a vida não é só flores e dias de verão.
Tem seus invernos e muitos outonos, mas sempre nos acolhe independente do que aconteça.
A vida é tão breve, quase um sopro, mas é tão lindo estar aqui, ser e existir que essa brevidade acaba se tornando um mero detalhe.  
    



sábado, 24 de janeiro de 2015

Desafio das cartas: seu amigo virtual favorito

Querido S
Olá, como está?
Fazem alguns dias que não nos falamos, culpa da correria do dia-a-dia, mas sabemos que temos um ao outro independente das circunstâncias, estou com saudades das nossas conversas e das risadas, e tenho praticado algumas de suas boas dicas, ontem tentei meditar, consegui alguns minutos antes dos pensamentos atropelarem um ao outro e me desconcentrar, mas é assim não é? Um dia conseguimos alcançar o nirvana mental. 
Devo confessar através dessa carta o quanto conhecer você mesmo que de forma virtual enriqueceu meu mundo, você me trouxe algumas novas perspectivas de como a vida pode ser simples, e como a natureza tem poder sobre nós, acho querido S que você é alguma espécia de elfo que vive disfarçado entre nós pobres mortais, nos presenteando com seus sonetos, poesias e conselhos, pelo menos é assim que eu te enxergo, um gracioso elfo de 1,60 vestido de verde com uma pena nas mãos, pronto a nos conduzir pela sua estrada suave, tolhida de versos e rimas.
 S o tempo passa muito rápido, espero sinceramente que um dia a distância que nos separa fisicamente se resuma a distância de um abraço, quero ainda dar passeios tranquilos com você, discutir um pouco sobre poetas, poetisas, sobre obras literárias e escutar suas reclamações justificadas sobre o desvalorização do escritor brasileiro, nos sentarmos em algum café e entre um gole e outro lermos sonetos, os seus e os de outros escritores.
Me despeço com imensa alegria de ser um adeus temporário, que logo mais estaremos a nos falar, rir e conjecturar sobre a vida, os sonhos, os dissabores e tudo que permeia o mundo de quem tem um olhar sensível e aguçado sobre esse universo e mais além.
     Sua Carol