domingo, 14 de agosto de 2016

Leituras # 6

Terminei a leitura de Vida e Morte, e não tenho muito o que dizer. Não foi uma total perda de tempo no final das contas pois gosto de encontrar algo bom em tudo. Edythe é uma personagem sem muitos atrativos e no meu ponto de vista um pouco masculinizada da mesma forma que Beau é afeminado, digo isso ao olhar para a proposta do livro e essa não era a intenção então não ficou legal. O final é diferente do livro Crepúsculo o que era de se esperar pois Vida e Morte não tem continuação. Bom continuo achando que o livro foi um tiro no pé, até mesmo como entretenimento por ter sido mal escrito inclusive com erros grosseiros como troca de gêneros por exemplo, tem uma parte em que Beau é descrito como ela...
É isso, não tenho mais nada para acrescentar em relação a essa leitura.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Leituras # 5

E o que fazemos em um domingo tedioso? Lemos, oras!
Eu decidi ler Vida e Morte de Stephenie Meyer, que é uma edição de comemoração de dez anos da saga Crepúsculo. Como já comentei por aqui eu gostei do livro Crepúsculo como leitura de entretenimento, entendo os fãs de vampiros terem odiado o fato da Stephenie ter fugido completamente do que seria um vampiro, e sim os vampiros dela não são coerentes, mas como falei "leitura de entretenimento". O que eu gosto no livro Crepúsculo é a estória do Edward e da Bella, inclusive quero falar em outra postagem sobre o comportamento dela enquanto adolescente, a insegurança o apego ao Edward que entra em algo mais profundo no ser humano, que é a falta de amor próprio agravado com o não se conhecer de fato.
Bem, fui ler o livro sem críticas ou projeções, até mesmo com uma certa curiosidade em como seria uma vampira apaixonada por um garoto, ou uma mulher madura que se deixa levar pela paixão por um homem mais jovem.
Mas o que aconteceu no decorrer da leitura... nada! A autora simplesmente trocou os gêneros, adaptou uma ou outra fala e só. Beaufort ou Beau é uma personagem sem nenhuma testosterona, eu percebi que a autora não se deu ao trabalho de fazer nenhuma pesquisa em relação a meninos que são frutos de divórcio, no caso de Beau que foi criado pela mãe (e que nesse livro Stephenie detalhou mais a personalidade frívola da mesma) e que poderia ter sido retratado de uma forma muito bonita, ele é um garoto mais calado, sensível, gosta de literatura, se vira sozinho, não curte muito carros e esportes e é hétero, ou seja foi perdida uma oportunidade de quebrar um tabu preconceituoso em relação a meninos com essa personalidade, mas a Stephenie apenas criou uma personagem sem sal e sem nenhuma masculinidade, um adolescente totalmente improvável. É sério! Só lendo para entender. Eu fiquei me perguntando o que leva uma autora a escrever um livro comemorativo de forma tão desleixada, é desrespeito com o seu público. Eu vou continuar a leitura para ver como será retratada a Edythe, quero conhecer melhor o restante das personagens mas digo de coração que esse livro foi um tiro no pé, se você é fã da saga leia sem esperar muita coisa, se você nunca leu Crepúsculo acho muito improvável você se prender a leitura de Vida e Morte, e ouso dizer que provavelmente sua cabeça entrará em parafuso ao tentar entender Beau.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Folhas

Folhas caindo nas noites de inverno
Folhas que dançam ao sabor do vento
Folhas tristonhas, chorosas que partem
Lúgubre caminham para a eternidade

Sou como as folhas que caem solitárias
Carrego comigo algo de despedida
Trago nos lábios o último beijo
No peito bate um coração partido

Das noites de inverno ficaram lembranças
Que dos olhos desaguam sombrias
Lembranças de um amor que cedo partiu 

E as folhas que lentamente desprende-se 
Durante o inverno vazio da vida...
Desaparecem solitárias rumo ao seu fim. 


* Poesia de dois quartetos e dois tercetos

quarta-feira, 20 de julho de 2016

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Clichês e saudosismos na madrugada

Talvez ela só queira sair por ai, esquecer um pouco das responsabilidades que sempre foram cobradas.
Andar descalça sem medo de se cortar, pisar na areia e brincar de pular ondas mesmo não gostando de praia, acho que sua parte sereia se sente atraída pelo mar.
Ouvir os versos do poeta, ser poesia nos braços de um amor, acho que ela ainda sonha com esse amor mesmo que seja clichê, afinal o que seria dos romances se não fossem as frases feitas, feitas de desejos e sons. Sons que ela escuta ao longe, batidas de um coração tão quente quanto o seu.
E mesmo com desculpas lá no fundo ela sabe, sabe que um dia ele encontrará o caminho de sua vida, sua casa e seu coração. Sim, ela sabe...





* O saudosismo fica por conta da música, se você conhece, parabéns! Tá ficando velho... 
Mas com bom gosto musical.


sábado, 9 de julho de 2016

Coisas de junho

- "A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa.
- Os homens não tem mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto nas lojas. Mas, como não existe lojas de amigos, os homens não tem mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!"   

 O Pequeno Príncipe
    Antonie de Saint-Exupéry





Junho foi muito, mas muito frio.
Finalizei o primeiro período da faculdade, reprovei em algumas matérias e... vida que segue, sem neuras.
Minha televisão estragou, a imagem simplesmente sumiu, nem sei quando vou arrumar.
Meu chuveiro também queimou, mas esse eu precisei providenciar outro, ninguém merece banho gelado.
Meu dente quebrou um pedacinho enquanto eu mastigava pipoca doce, dentista, restauração etc...
Junho tem festa junina na escola da Bruna




  Li esse livro bacana, com personagens e histórias incríveis



  E assisti alguns filmes, entre eles Quero Ser Grande um clássico da sessão da tarde é tão delicinha de ver *-*


Fui em um sebo e comprei Cidades de Papel para a Isa e mais um Agatha Chistie para minha coleção


Finalmente consegui libertar-me de um grande amor, que por várias razões não deu certo e que de certa forma me prendia, a história em sua totalidade finalizou em 2009 seguida por um divórcio, mas fragmentos remoíam no meu peito, na minha mente e isso não me fazia bem. Foi preciso muita maturidade, desprendimento e perdão, finalmente consegui dizer adeus.





                                                                                                                                      Junho de 2016

domingo, 3 de julho de 2016

Pipoca doce com leite em pó

Olá leitores, tudo bem? Aqui pelas bandas de Goiás continua bem, bem frio!
Na última postagem mencionei uma receita de pipoca com achocolatado ou leite em pó, como estou de férias e com um certo tempo de sobra vou trazer mais postagens nesse mês de julho, começando por essa receita fácil e muito gostosa. Quem me ensinou foi minha vizinha Chica, pessoa muito querida e cozinheira de mão cheia. Essa pipoca é presença garantida nos aniversários da meninada e também nos finais de semana preguiçosos... Então vamos a receita?

Pipoca doce com leite em pó

Ingredientes
1 copo padrão americano de milho de pipoca
A mesma medida de açúcar e água
Meio copo americano de óleo
Leite em pó ou achocolatado

Modo de fazer

Você vai precisar de uma panela de pressão sem a tampa, uma colher de cabo longo eu uso colher de pau.
Na panela de pressão coloque o milho, água, óleo e o açúcar e deixe no fogo, eu uso fogo alto.
Vai ficar com essa aparência

 
No meu fogão costuma demorar cinco minutos mais o menos para toda parte líquida secar, quando começar o cheiro de pipoca pronta está quase no ponto de mexer o milho com a colher de pau, perceberam como quase não tem líquido? Nesse ponto começam a estourar as primeiras pipocas é hora de ficarem atentos e ir misturando aos poucos.



Agora poder misturar a vontade e muito cuidado pois o açúcar começa a caramelar, com risco de queimar. Use sua intuição e seu olfato para tirar do fogo rs, mas se ficarem atentos, misturarem direitinho não tem como errar.


Quando a pipoca estiver pronta desligue o fogo e coloque em um recipiente, se for de plástico indico aqueles mais grossos ou terão o fundo do recipiente deformado. Quando acabarem de despejar a pipoca vá colocando o leite em pó aos poucos e misturando, é importante colocar o leite em pó enquanto a pipoca está quente e mole para o leite aderir bem a pipoca, aqui eu uso de quatro a cinco colheres de sopa, mas essa etapa é ao gosto de quem está fazendo.





Quando esfriar é só servir, fica deliciosa e se quiser fazer de achocolatado é só colocar no lugar do leite em pó, o processo é o mesmo, eu costumo usar as marcas Ninho e Nescau, ambas da Nestlé mas é gosto pessoal, usem a marca que preferirem :)





Dicas
Se você não tem pipoqueira eu recomendo a panela de pressão, pois quando as pipocas começam a estourar a tendência é respingar óleo, como a panela de pressão é grande em comprimento o risco de queimar é menor, a colher de pau também é melhor para esse propósito, se preferir use blusa de manga longa, pois um ou outro respingo sempre voa da panela, mas se você misturar de forma constante enquanto os milhos arrebentam os respingos diminuem de forma considerável.
Como se trata de água e óleo em ebulição em uma panela sem tampa acho prudente somente adultos fazerem essa receita, vamos proteger nossos adolescentes e adultos desastrados...